A influência do Big Mac
Entre os economistas, aquele bando de loucos, é comum se falar no Índice Big Mac. Esse índice calcula o preço do sanduíche em 30 países. Através dele, sabemos que é bom investir em ativos na Argentina (?!) que sejam ligados à inflação. Isso mesmo.
Segundo o Estadão:
“(...) índice elaborado pela revista The Economist, o Big Mac custava no Brasil US$ 2,74 no dia 16 de janeiro. Entre os países emergentes, o preço brasileiro fica apenas atrás do cobrado na Turquia (US$ 3,07) e Chile (US$ 2,98). Entre todos mercados avaliados - emergentes e ricos - o preço do Big Mac brasileiro é o 11º mais caro.
O Big Mac mais salgado é o da Suíça, a US$ 4,93, seguido pelo da Dinamarca, Suécia, zona do Euro, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Nova Zelândia, Turquia, Canadá e Chile. O mais barato é o da China, a US$ 1,30. Na Argentina, um Big Mac custa US$ 1,55”.
Interessante observar: esse índice reflete a valorização do câmbio também. Assim, países com taxas de juros reais altas e, conseqüentemente, tendência a câmbio valorizado, apresentam um alto preço de seu Big Mac. Lembrem-se que a Turquia tem a 2ª maior taxa de juros do planeta: só perdem pra nós.

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